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domingo, 8 de março de 2015
Empresa portuguesa testa drone dirigido por força do pensamento
Uma tecnologia que permite que um drone seja pilotado usando apenas as ondas cerebrais de uma pessoa foi apresentada em Portugal. A Tekever, empresa que criou a tecnologia Brainflight, disse que esta poderia, a curto prazo, ser usada para permitir que pessoas com restrições de movimento controlassem aviões. Segundo a empresa, a longo prazo, jatos maiores, como aviões de carga, poderiam ser controlados desta maneira, sem a necessidade de uma tripulação a bordo. No entanto, especialistas apontam para questões como segurança e praticidade da tecnologia. Pilotando à distância A Tekever, que trabalha com tecnologia de drones junto a firmas de segurança, forças policiais e militares, adaptou a tecnologia já existente de eletroencefalografia (EEG) para permitir o envio de instruções ao software usado para comandar drones. O EEG funciona pela detecção de atividade em partes específicas do cérebro. Depois de vários meses de treinamento, "pilotos" seriam capazes de ensinar seu cérebro a pensar em como mover um pequeno círculo na tela do computador para cima ou para baixo, o que, por sua vez, direciona o avião para a esquerda ou direita. "Acreditamos que as pessoas serão capazes de pilotar aeronaves exatamente como eles realizam atividades cotidianas como caminhar ou correr", disse Ricardo Mendes, diretor de operações da Tekever. "Nós realmente acreditamos que a tecnologia Brainflight representa o início de uma mudança enorme no campo da aviação, empoderando os pilotos e diminuindo o risco das missões, e estamos ansiosos para entregar esses benefícios para o mercado com produtos altamente inovadores." 'Distante demais' No futuro, essa tecnologia pode ser aproveitada para controlar aeronaves muito maiores, embora Mendes reconheça que possam haver desafios com regulação e pouca confiança do público. John Strickland, consultor de aviação independente com sede em Londres, diz acreditar que o uso dessa tecnologia esteja "distante demais" e que a indústria da aviação no momento está focando seus esforços de inovação para obter melhores materiais e motores mais econômicos. "Alguém pode até falar sobre essa tecnologia, mas duvido que alguém realmente a implemente", disse Strickland à BBC. Mendes disse que a tecnologia iria incorporar medidas de segurança para combater os efeitos da alguém ter, por exemplo, uma convulsão enquanto pilotava. "Há algoritmos a bordo que impedem que coisas ruins aconteçam", disse ele à BBC. "A tecnologia está evoluindo, os regulamentos estão evoluindo. [Jatos não tripulados], obviamente, vão acontecer. A questão não é se, é quando..."
Lâmpada 'Lucia 3' estimula cérebro e causa sensação semelhante à das drogas
Conheça a luz de R$ 50 mil que 'dá barato' em usuários
Uma lâmpada que usa pulsos rápidos de luz para estimular o cérebro promete oferecer um "atalho" para quem meditar. Mas além disso, segundo críticos de uma revista (Vice), a invenção causa uma sensação de "barato" parecida com a de algumas drogas. Um teste feito pela BBC com quatro jornalistas mostrou efeitos diversos da chamada Lucia 3, que estimula a glândula pineal no cérebro. A lâmpada foi desenvolvida por dois médicos austríacos e custa cerca de R$ 50 mil.
Uma lâmpada que usa pulsos rápidos de luz para estimular o cérebro promete oferecer um "atalho" para quem meditar. Mas além disso, segundo críticos de uma revista (Vice), a invenção causa uma sensação de "barato" parecida com a de algumas drogas. Um teste feito pela BBC com quatro jornalistas mostrou efeitos diversos da chamada Lucia 3, que estimula a glândula pineal no cérebro. A lâmpada foi desenvolvida por dois médicos austríacos e custa cerca de R$ 50 mil.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
O uso de drogas forma estruturas nas células cerebrais que buscam por mais drogas
Estudo mostra que cocaína muda estrutura do cérebro em duas horas
(Conteúdo BBC Brasil)
A pesquisa foi divulgada na publicação científica Nature Neuroscience...
Caçador de cocaína
Os cientistas investigaram nas cobaias o surgimento de pequenas estruturas nas células do cérebro chamadas espinhas dendríticas, que têm relação profunda com a formação das memórias. Um microscópio a laser foi usado para olhar dentro do cérebro dos camundongos, ainda vivos, para procurar por espinhas dendríticas após eles receberem doses de cocaína. A mesma análise foi feita em camundongos que, em vez de injeções com cocaína, receberam injeções com água. O grupo que recebeu cocaína apresentou uma maior formação de espinhas dendríticas, o que indica que mais memórias, relacionadas ao uso da droga, foram formadas. A pesquisadora Linda Wilbrecht, professora assistente de psicologia e neurociência da Universidade da Califórnia na cidade de Berkeley, disse: "Nossas imagens fornecem sinais claros de que a cocaína induz ganhos rápidos de novas espinhas, e quanto mais espinhas os camundongos ganham, mais eles mostram que ‘aprenderam’ (o vício) sobre a droga". "Isso nos mostra um possível mecanismo ligando o consumo de drogas à busca por mais drogas." "Essas mudanças provocadas pela droga no cérebro podem explicar como sinais relacionados à droga dominam o processo de tomada de decisões em um usuário humano". O pesquisador Gerome Breen, do Insituto de Psiquiatria do King’s College de Londres, ressaltou que "o desenvolvimento da espinhas dendríticas é particularmente importante no aprendizado e na memória". "Este estudo nos dá um entendimento sólido de como o vício ocorre – ele mosta como a dependência é aprendida pelo cérebro."
A pesquisa foi divulgada na publicação científica Nature Neuroscience...
Caçador de cocaína
Os cientistas investigaram nas cobaias o surgimento de pequenas estruturas nas células do cérebro chamadas espinhas dendríticas, que têm relação profunda com a formação das memórias. Um microscópio a laser foi usado para olhar dentro do cérebro dos camundongos, ainda vivos, para procurar por espinhas dendríticas após eles receberem doses de cocaína. A mesma análise foi feita em camundongos que, em vez de injeções com cocaína, receberam injeções com água. O grupo que recebeu cocaína apresentou uma maior formação de espinhas dendríticas, o que indica que mais memórias, relacionadas ao uso da droga, foram formadas. A pesquisadora Linda Wilbrecht, professora assistente de psicologia e neurociência da Universidade da Califórnia na cidade de Berkeley, disse: "Nossas imagens fornecem sinais claros de que a cocaína induz ganhos rápidos de novas espinhas, e quanto mais espinhas os camundongos ganham, mais eles mostram que ‘aprenderam’ (o vício) sobre a droga". "Isso nos mostra um possível mecanismo ligando o consumo de drogas à busca por mais drogas." "Essas mudanças provocadas pela droga no cérebro podem explicar como sinais relacionados à droga dominam o processo de tomada de decisões em um usuário humano". O pesquisador Gerome Breen, do Insituto de Psiquiatria do King’s College de Londres, ressaltou que "o desenvolvimento da espinhas dendríticas é particularmente importante no aprendizado e na memória". "Este estudo nos dá um entendimento sólido de como o vício ocorre – ele mosta como a dependência é aprendida pelo cérebro."
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Ex-jogador britânico acordou gay após derrame cerebral
SIMPÁTICO EX-JOGADOR BRITÂNICO DE RÚGBI AFIRMA QUE ACORDOU GAY APÓS DERRAME CEREBRAL
A CIÊNCIA TEM EXPLICAÇÃO PARA O FATO
CHRIS BIRCH, DE 26 ANOS, ERA NOIVO, ADORAVA JOGOS DE FUTEBOL, CONVIVER COM AMIGOS, COMO MUITOS HOMENS FAZEM, ATÉ QUE APÓS ACIDENTE EM BRINCADEIRA, TEVE UM DERRAME QUE MODIFICOU SUA OPÇÃO SEXUAL E DE CONVIVÊNCIA.
A CIÊNCIA TEM EXPLICAÇÃO PARA O FATO
| FOTO ANTERIOR AO ACIDENTE |
| FOTO APÓS ACIDENTE(FOTOS BBC BRASIL) http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5462018-EI238,00-Apos+derrame+cerebral+britanico+acorda+gay+e+muda+de+vida.html |
Local:
England, United Kingdom
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