As pessoas participavam de um culto em Nyaruguru, no sul de Ruanda, região central da África. Um raio atingiu o local e matou 16 pessoas. Cerca de 140 ficaram feridas.
Um único raio matou 16 pessoas em igreja de Ruanda
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segunda-feira, 12 de março de 2018
terça-feira, 28 de novembro de 2017
Imagens impressionantes do vulcão Agung/Bali
A ilha de Bali permanece em alerta por uma possível erupção do vulcão Agung, que lança nuvens de fumaça de 3 mil metros de altura. O aeroporto da região está fechado e 100 mil pessoas devem ser evacuadas. Da última vez que o vulcão entrou em erupção, em 1963, mais de 1100 pessoas morreram.

Imagens impressionantes do vulcão Agung
Imagens impressionantes do vulcão Agung
sábado, 25 de novembro de 2017
O 'mais completo retrato global da vida na Terra' é divulgado pela Nasa
Imagens em vídeo acelerado, mostram como todo o ecossistema se conecta na Terra.
Por 20 anos, satélites da Nasa, agência especial americana, filmaram a vida na Terra. As imagens, segundo cientistas, formam a "mais completa fotografia" do nosso planeta.

“O que estamos tentando aprender aqui não é só a existência e distribuição de padrões de vida na Terra, mas como todo o ecossistema se conecta. Então, não é só uma observação do oceano, não é só uma observação do solo, não é só uma observação da atmosfera, é observar todas essas coisas juntas", diz Jeremy Werdell, oceanógrafo da Nasa. As imagens retratam a mudança climática. Dá para ver, por exemplo, a mudança no volume de neve ao longo dos anos, e uma alteração na cor do oceano causada por um conjunto de plantas marinhas chamado fitoplâncton. “Uma das coisas interessantes que estamos vendo é que, se você olhar para esses desertos (no meio o mar) ali... A área desse roxo está começando a ficar maior e maior com o tempo, e isso é consistente com nosso entendimento de um planeta mais quente”, diz Werdell. O registro das mudanças na Terra pode ajudar até na busca por vida em outros planetas, garantem os cientistas. “Esse é o único lugar onde pode ser estudada a conexão entre nossa vida, a vida das plantas, a vida dos animais, no ecossistema ao redor. Então, ao fazer isso, nós conseguimos compreender melhor como essas conexões são feitas, o que tornará bem mais eficiente a procura por vida em outros planetas”, afirma o oceanógrafo. A Nasa diz que o projeto está só começando - a agência acaba de lançar um novo satélite, que continuará a "ficar de olho" no nosso ecossistema.
Por 20 anos, satélites da Nasa, agência especial americana, filmaram a vida na Terra. As imagens, segundo cientistas, formam a "mais completa fotografia" do nosso planeta.
“O que estamos tentando aprender aqui não é só a existência e distribuição de padrões de vida na Terra, mas como todo o ecossistema se conecta. Então, não é só uma observação do oceano, não é só uma observação do solo, não é só uma observação da atmosfera, é observar todas essas coisas juntas", diz Jeremy Werdell, oceanógrafo da Nasa. As imagens retratam a mudança climática. Dá para ver, por exemplo, a mudança no volume de neve ao longo dos anos, e uma alteração na cor do oceano causada por um conjunto de plantas marinhas chamado fitoplâncton. “Uma das coisas interessantes que estamos vendo é que, se você olhar para esses desertos (no meio o mar) ali... A área desse roxo está começando a ficar maior e maior com o tempo, e isso é consistente com nosso entendimento de um planeta mais quente”, diz Werdell. O registro das mudanças na Terra pode ajudar até na busca por vida em outros planetas, garantem os cientistas. “Esse é o único lugar onde pode ser estudada a conexão entre nossa vida, a vida das plantas, a vida dos animais, no ecossistema ao redor. Então, ao fazer isso, nós conseguimos compreender melhor como essas conexões são feitas, o que tornará bem mais eficiente a procura por vida em outros planetas”, afirma o oceanógrafo. A Nasa diz que o projeto está só começando - a agência acaba de lançar um novo satélite, que continuará a "ficar de olho" no nosso ecossistema.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Tubarão-branco invade gaiola de mergulhador no México
Publicado em 14 outubro 2016
Um mergulho para observar tubarões-brancos quase terminou em tragédia na Ilha de Guadalupe, na costa oeste do México.
As imagens foram capturadas por um cinegrafista amador e publicadas no YouTube.
À primeira vista, tudo parece normal. Os animais podem ser vistos se alimentando de grandes pedaços de atum amarrados a uma corda.
Porém, quando um deles dá o bote, acidentalmente atinge um dos lados da gaiola e quebra a proteção de metal, invadindo a jaula.
"Quando os tubarões mordem algo, ficam temporariamente cegos. E também não conseguem nadar para trás", diz o autor do vídeo.
"Provavelmente o animal ficou confuso quando atingiu um dos lados da gaiola. Sem poder nadar para trás, avançou e quebrou a proteção de metal", acrescenta.
Por alguns segundos, tubarão e mergulhador dividem o mesmo espaço.
Do lado de fora, a tripulação age rápido e abre a tampa de cima da gaiola.
O tubarão finalmente consegue escapar.
Em seguida, o mergulhador sobe calmamente à superfície, aparentemente ileso.
Um mergulho para observar tubarões-brancos quase terminou em tragédia na Ilha de Guadalupe, na costa oeste do México.
As imagens foram capturadas por um cinegrafista amador e publicadas no YouTube.
À primeira vista, tudo parece normal. Os animais podem ser vistos se alimentando de grandes pedaços de atum amarrados a uma corda.
Porém, quando um deles dá o bote, acidentalmente atinge um dos lados da gaiola e quebra a proteção de metal, invadindo a jaula.
"Quando os tubarões mordem algo, ficam temporariamente cegos. E também não conseguem nadar para trás", diz o autor do vídeo.
"Provavelmente o animal ficou confuso quando atingiu um dos lados da gaiola. Sem poder nadar para trás, avançou e quebrou a proteção de metal", acrescenta.
Por alguns segundos, tubarão e mergulhador dividem o mesmo espaço.
Do lado de fora, a tripulação age rápido e abre a tampa de cima da gaiola.
O tubarão finalmente consegue escapar.
Em seguida, o mergulhador sobe calmamente à superfície, aparentemente ileso.
Orca dá um bote e come tubarão
Drone captura momento em que orca ataca e come tubarão.
Um cinegrafista conseguiu captar imagens impressionantes de um grupo de orcas no Oceano Pacífico, na costa leste dos Estados Unidos.
Por meio de um drone, Slater Moore registrou o momento em que uma delas se alimenta de um tubarão - a orca dá o bote e, em questão de instantes, devora o peixe.
Moore faz parte de uma equipe da Monterey Bay Whale Watch, empresa da Califórnia que monitora os animais e realiza passeios marinhos para mostrá-lo em seu habitat natural.
A orca (Orcinus orca) também é conhecida como “baleia assassina”. Mas faz, na realidade, parte da família dos golfinhos, e não das baleias, apesar de todas essas espécies pertencerem à mesma subordem, a dos cetáceos.
Quando adulta, mede cerca de 8 metros de comprimento e pesa em torno de 6 toneladas.
- Imagens cedidas por Slater Moore e pela Monterey Bay Whale Watch. -
Um cinegrafista conseguiu captar imagens impressionantes de um grupo de orcas no Oceano Pacífico, na costa leste dos Estados Unidos.
Por meio de um drone, Slater Moore registrou o momento em que uma delas se alimenta de um tubarão - a orca dá o bote e, em questão de instantes, devora o peixe.
Moore faz parte de uma equipe da Monterey Bay Whale Watch, empresa da Califórnia que monitora os animais e realiza passeios marinhos para mostrá-lo em seu habitat natural.
A orca (Orcinus orca) também é conhecida como “baleia assassina”. Mas faz, na realidade, parte da família dos golfinhos, e não das baleias, apesar de todas essas espécies pertencerem à mesma subordem, a dos cetáceos.
Quando adulta, mede cerca de 8 metros de comprimento e pesa em torno de 6 toneladas.
- Imagens cedidas por Slater Moore e pela Monterey Bay Whale Watch. -
domingo, 23 de outubro de 2016
Molusco se 'traveste' para enganar rivais por acasalamento
O cientista marinho Sheree Marris filmou o acasalamento de milhares de chocos (um tipo de molusco bem parecido com a lula) na costa australiana.
Marris notou que, para conseguir acasalar, alguns chocos machos usavam a tática de “se vestir” como uma fêmea.
Imitando os tentáculos delas, eles se disfarçavam em meio a chocos maiores e conseguiam "ultrapassá-los" para chegar até as fêmeas.
Segundo os cientistas, esses machos "travestidos" de fêmeas são responsáveis por 36% dos acasalamentos.
Ou seja: vale a pena usar essa tática no “jogo do amor” submarino.
Ali, a inteligência pode vencer a força.
Marris notou que, para conseguir acasalar, alguns chocos machos usavam a tática de “se vestir” como uma fêmea.
Imitando os tentáculos delas, eles se disfarçavam em meio a chocos maiores e conseguiam "ultrapassá-los" para chegar até as fêmeas.
Segundo os cientistas, esses machos "travestidos" de fêmeas são responsáveis por 36% dos acasalamentos.
Ou seja: vale a pena usar essa tática no “jogo do amor” submarino.
Ali, a inteligência pode vencer a força.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
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