(Acesse o conteúdo completo em Euronews.)
Google Website Translator Gadget
Lomadee/Publit
Pesquisar este blog
Mostrando postagens com marcador guerra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador guerra. Mostrar todas as postagens
sábado, 14 de abril de 2018
Quem apoia a resposta militar ao alegado ataque químico na Síria?
Como se posicionam os principais agentes internacionais em relação ao regime de Bashar al-Assad.
(Acesse o conteúdo completo em Euronews.)
(Acesse o conteúdo completo em Euronews.)
Os objetivos dos ataques na Síria foram alcançados?
O ex-assessor de defesa do Presidente francês, Emmanuel Macron, o brigadeiro-general, na reforma, Dominique Trinquand, considera que sim, que a operação foi um sucesso, e afirma que os russos foram avisados da operação.
- Síria: Donald Trump fala de "missão cumprida". O Presidente norte-americano recorreu ao Twitter para agradecer o apoio dos países aliados.
- Rússia e Irão dizem que EUA e aliados "agiram sem provas". O ministro dos Negócios estrangeiros russo disse que Macron não quis mostrar "os fatos" que disse ter, em relação ao alegado uso de armas químicas em Douma.
- Síria: Donald Trump fala de "missão cumprida". O Presidente norte-americano recorreu ao Twitter para agradecer o apoio dos países aliados.
- Rússia e Irão dizem que EUA e aliados "agiram sem provas". O ministro dos Negócios estrangeiros russo disse que Macron não quis mostrar "os fatos" que disse ter, em relação ao alegado uso de armas químicas em Douma.
Quais as evidências de ataque químico na Síria?
Quais são as provas sobre o suposto ataque químico na Síria? E como isso elevou a tensão entre forças no mundo?
Ativistas e médicos na Síria afirmam que mais de 40 pessoas morreram no sábado, dia 7, durante o ataque registrado em Douma. A cidade, na região de Ghouta Oriental, é a última sob controle dos opositores ao presidente Bashar al-Assad. Eles garantem que as forças governamentais sírias lançaram bombas cheias de agentes químicos, mas as autoridades dizem que a acusação é falsa.
1. O que aconteceu no sábado em Douma?
Ativistas do Centro de Documentação sobre Violações na Síria, organização que acompanha episódios de desrespeito ao direito internacional no país, registraram dois incidentes distintos com bombas - que possivelmente tinham substâncias tóxicas - lançadas pela Força Aérea da Síria.
O primeiro aconteceu aproximadamente às 16h (hora local) na rua Omar Ibn al Khattab, no noroeste de Douma.
O centro que documenta as violações no país citou um socorrista da Defesa Civil Síria que disse ter sentindo um odor de gás cloro no ar depois do ataque, embora não tenha conseguido determinar sua origem.
"Mais tarde descobrimos os corpos das pessoas que tinham se asfixiado com gases tóxicos. Estavam em espaços fechados, protegendo-se das bombas, o que pode ter causado sua rápida morte porque ninguém ouviu seus gritos", afirmou.
O segundo ataque aconteceu perto das 19h30 na praça dos Mártires, segundo o centro de documentação
Mais de 500 pessoas, a maior parte mulheres e crianças, foram levados a centros de atenção à saúde com sintomas que indicavam que teriam sido expostas a agentes químicos, segundo a Defesa Civil da Síria e a Sociedade Médica Sírio-Americana, uma organização não governamental que apoia os hospitais.
Os pacientes tinham sinais de sofrer de "problemas respiratórios, cianose central (pele ou lábios azuis), excessiva espuma bucal, queimaduras na córnea e odor a gás cloro", segundo relataram ambas as organizações em comunicado conjunto no domingo.
Socorristas que visitaram casas na zona afetada também encontraram corpos de pessoas com sintomas similares, acrescentou o texto. (...)
(Acesse imagens e conteúdo completo em BBC.)
Vídeos Euronews:
- Rússia quer investigação internacional em Douma.
- Rússia atribui "encenação" síria a aliado dos rebeldes.
- Chizhov: "Não houve qualquer ataque químico em Douma", diz embaixador russo junto da União Europeia.
Como as armas químicas evoluíram nos últimos 100 anos?
O assunto voltou a ganhar atenção ao redor do mundo após o suposto ataque com armas químicas realizado pelo governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, nas proximidades da capital da Síria, Damasco, no último sábado.
Nesta sexta-feira, em retaliação, Estados Unidos, Reino Unido e França lançaram bombardeios coordenados contra três supostas instalações de armas químicas em Damasco e em Homs.
O governo de Bashar al-Assad nega estar por trás do ataque químico contra a cidade de Douma, que era controlada por rebeldes.
Opositores e agentes humanitários dizem que aviões do governo sírio lançaram bombas de barril (tonéis de metal carregado de explosivos) cheias de agentes químicos tóxicos.
No entanto, armas químicas vêm sendo usadas há um século.
Segundo Hamish de Bretton-Gordon, especialista em armas químicas, a primeira delas foi o gás de cloro.
"A primeira arma química foi o gás de cloro, que sufoca a vítima até a morte", diz.
"Ela foi projetada mais como uma substância incapacitante do que letal, mas matou milhares", acrescenta.
O gás de cloro foi usado pela primeira vez na 2ª Batalha de Ypres em 1915, durante a Primeira Guerra Mundial, e foi altamente eficiente.
A substância foi substituída pelo gás mostarda, que causava bolhas imensas ao entrar em contato com a pele.
"A ideia original era ferir o maior número de pessoas. Quanto mais feridos, mais soldados são necessários para cuidar deles", explica Bretton-Gordon.
Segundo o especialista, pouco tempo depois, os agentes nervosos foram desenvolvidos pelos nazistas.
"Os agentes nervosos são organofosforados, pesticidas, e os alemães estavam pesquisando inicialmente pesticidas; eles, então, perceberam que esses agentes nervosos que eles haviam produzido, tabun e soman, eram incrivelmente efetivos em matar pessoas", diz.
Os agentes nervosos foram usados amplamente na guerra Irã-Iraque, de 1984 a 1988.
"O ataque em Halabja, em 16 de março de 1988, ainda permanece na mente de muitas pessoas", acrescenta.
Em apenas um dia, 5 mil pessoas morreram.
"Desde então, só na Síria, temos observado armas químicas sendo usadas milhares de vezes", disse. (...)
Hamish de Bretton-Gordon atuou no Exército britânico e na Unidade Nuclear, Radiológica, Biológica e Química (CBRN, na sigla em inglês) da OTAN.
(Acesse conteúdo completo em BBC.)
quarta-feira, 30 de março de 2016
Drone mostra destruição na 2ª maior cidade da Síria após 5 anos de guerra
A cidade de Alepo é a segunda maior da Síria e sempre foi um ponto comercial estratégico por sua proximidade com a Turquia.
Mas desde o início da guerra civil síria, em 2011, ela se tornou um dos principais alvos dos bombardeios e dos confrontos entre rebeldes e forças do governo. A cidade virou alvo constante de bombardeios em meados de 2012.
Após cinco anos de combates, a cidade ficou bastante danificada, e centenas de milhares de pessoas fugiram dali para tentar sobreviver. Cerca de 40% do leste do território está completamente destruído.
Alepo é uma das cidades mais antigas do mundo e teve seus primeiros habitantes no século 11 a.C.
Nas imagens, é possível ver os estragos causados pelos bombardeios.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Imagens chocantes: Sírios comem terra e grama para sobrevirem ao isolamento da guerra
Isolados pela guerra, sírios comem até terra e grama.
A situação da população em cidades sitiadas por causa da guerra na Síria está muito grave, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Em Madaya, ao norte de Damasco, os últimos comboios com alimentos chegaram em outubro. Desesperados, alguns moradores estão comendo até terra e grama. Ativistas dizem que civis, entre eles crianças, estão morrendo de fome ou são assassinados quando tentam escapar do cerco.
A situação da população em cidades sitiadas por causa da guerra na Síria está muito grave, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Em Madaya, ao norte de Damasco, os últimos comboios com alimentos chegaram em outubro. Desesperados, alguns moradores estão comendo até terra e grama. Ativistas dizem que civis, entre eles crianças, estão morrendo de fome ou são assassinados quando tentam escapar do cerco.
domingo, 16 de novembro de 2014
1ª Guerra Mundial: a história do telegrama que levou México e EUA às armas
Neste episódio: como um telegrama do então ministro do Exterior da Alemanha, Arthur Zimmermman, levou México e Estados Unidos a um conflito.
Em uma aproximação diplomática a fim de distrair os inimigos ianques, os alemães ofereceram aos mexicanos ajuda para recuperar territórios tomados pelos americanos décadas antes.
Mas o plano alemão acabou sendo revelado e Estados Unidos e México acabaram se enfrentando em Nogales - em um confronto que mudaria para sempre a fronteira entre os dois países.
Em uma aproximação diplomática a fim de distrair os inimigos ianques, os alemães ofereceram aos mexicanos ajuda para recuperar territórios tomados pelos americanos décadas antes.
Mas o plano alemão acabou sendo revelado e Estados Unidos e México acabaram se enfrentando em Nogales - em um confronto que mudaria para sempre a fronteira entre os dois países.
Togo/África: Palco da primeira batalha com tropas britânicas na 1ª Grande Guerra
Como país africano foi palco de batalha no início da 1ª Guerra
A Primeira Guerra Mundial normalmente evoca lembranças de batalhas na Europa. Mas o Togo, no Oeste da África, entrou para a história como palco da primeira batalha envolvendo tropas britânicas. O Togo, na época conhecido como Togolândia, era uma das quatro colônias alemães na África, cercado, a oeste, pelos britânicos, e a leste e norte, pelos franceses.
Em plena zona rural, os alemães construíram uma estação de telégrafo com tecnologia de ponta que enviava e recebia mensagens de Berlim, do Oceano Índico e outras partes da África. Era um centro de comunicação de ponta na época.
No entanto, a estação - e o território - foi perdido para os aliados franceses e britânicos poucas semanas depois do início da guerra.
A Primeira Guerra Mundial normalmente evoca lembranças de batalhas na Europa. Mas o Togo, no Oeste da África, entrou para a história como palco da primeira batalha envolvendo tropas britânicas. O Togo, na época conhecido como Togolândia, era uma das quatro colônias alemães na África, cercado, a oeste, pelos britânicos, e a leste e norte, pelos franceses.
Em plena zona rural, os alemães construíram uma estação de telégrafo com tecnologia de ponta que enviava e recebia mensagens de Berlim, do Oceano Índico e outras partes da África. Era um centro de comunicação de ponta na época.
No entanto, a estação - e o território - foi perdido para os aliados franceses e britânicos poucas semanas depois do início da guerra.
Há cem anos atrás: 1ª Guerra levava fome e desespero ao Líbano
Na semana do Armistício da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), uma série de reportagens da BBC mostra batalhas muito além das trincheiras europeias. São confrontos menos famosos, mas que foram decisivos no conflito.
Neste episódio, a série mostra como o conflito levou a fome e o desespero à região onde hoje fica o Líbano.
A economia no então Monte Líbano, região montanhosa governada pelo Império Otomano, era baseada principalmente na produção de fio de seda.
Com a Primeira Guerra Mundial, as rotas comerciais foram fechadas, a produção de seda caiu e os moradores perderam sua fonte de renda. A partir daí, tornou-se uma visão comum pessoas morrendo de fome na região.
Neste episódio, a série mostra como o conflito levou a fome e o desespero à região onde hoje fica o Líbano.
A economia no então Monte Líbano, região montanhosa governada pelo Império Otomano, era baseada principalmente na produção de fio de seda.
Com a Primeira Guerra Mundial, as rotas comerciais foram fechadas, a produção de seda caiu e os moradores perderam sua fonte de renda. A partir daí, tornou-se uma visão comum pessoas morrendo de fome na região.
Ilha de Malta: A 'enfermeira do Mediterrâneo' na Primeira Guerra
Neste capítulo o tema é o atendimento médico aos soldados feridos na ilha de Malta, no meio do Mediterrâneo.
Devido à sua localização geográfica privilegiada, próxima a Europa, Oriente Médio e norte da África, a ilha recebia soldados feridos da Turquia e Grécia.
Procedimentos e cirurgias arriscados para a época foram realizados em Malta, apelidada de "a enfermeira do Mediterrâneo".
Cerca de 100 mil soldados que participaram do conflito devem suas vidas ao atendimento que receberam na ilha.
Devido à sua localização geográfica privilegiada, próxima a Europa, Oriente Médio e norte da África, a ilha recebia soldados feridos da Turquia e Grécia.
Procedimentos e cirurgias arriscados para a época foram realizados em Malta, apelidada de "a enfermeira do Mediterrâneo".
Cerca de 100 mil soldados que participaram do conflito devem suas vidas ao atendimento que receberam na ilha.
"Goetzen": 'Indestrutível', barco alemão da Primeira Guerra ainda navega na Tanzânia
A BBC apresenta uma série de reportagens sobre conflitos pouco conhecidos, mas decisivos, da Primeira Guerra Mundial (1914-1918).
Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra ou Guerra das Guerras até o início da Segunda Guerra Mundial) foi uma guerra global centrada na Europa, que começou em 28 de julho de 1914 e durou até 11 de novembro de 1918.
Neste episódio, a história do MV Liemba, um navio de passageiros e carga que ainda navega pelo lago Tanganica. O Liemba nasceu como "Goetzen" há cem anos na Alemanha.
Ele foi desmontado e transportado por milhares de quilômetros até chegar ao lago africano. Reconstruída, a embarcação foi uma ferramenta decisiva nas batalhas da Alemanha contra os aliados para tentar manter uma de suas colônias na África durante a Primeira Guerra Mundial.
Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra ou Guerra das Guerras até o início da Segunda Guerra Mundial) foi uma guerra global centrada na Europa, que começou em 28 de julho de 1914 e durou até 11 de novembro de 1918.
Neste episódio, a história do MV Liemba, um navio de passageiros e carga que ainda navega pelo lago Tanganica. O Liemba nasceu como "Goetzen" há cem anos na Alemanha.
Ele foi desmontado e transportado por milhares de quilômetros até chegar ao lago africano. Reconstruída, a embarcação foi uma ferramenta decisiva nas batalhas da Alemanha contra os aliados para tentar manter uma de suas colônias na África durante a Primeira Guerra Mundial.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Tropas americanas saem do Iraque
Após 9 anos de invasão, as tropas americanas abandonam o Iraque, sem deixar grandes feitos e nenhum tipo de governo fortalecido.
Os soldados cruzam a fronteira do Kuwait e os soldados norte-americanos comemoram com gestos a própria libertação.
POSTAGEM http://paginasirreverentes.blogspot.com
Os soldados cruzam a fronteira do Kuwait e os soldados norte-americanos comemoram com gestos a própria libertação.
POSTAGEM http://paginasirreverentes.blogspot.com
Assinar:
Postagens (Atom)