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domingo, 5 de novembro de 2017

O que significam a foice e o martelo símbolos da Revolução Russa?

O martelo é associado ao trabalho industrial; a foice, ao ofício rural.
Juntos, eles se converteram em um dos símbolos mais reconhecidos da história. Mas como se tornaram um emblema da Revolução Russa, que completa 100 anos, e da União Soviética?
Professora e curadora de arte russa dos séculos 19 e 20 do The Courtauld Institute of Art, em Londres, Natalia Murray explica como foram criados os ícones que viajaram o mundo representando o primeiro movimento operário e o primeiro estado autodenominado comunista.
Quando Vladimir Lenin chegou ao poder, em 1917, um concurso foi feito entre artistas em busca de um símbolo para o governo bolchevique. A imagem vencedora tinha, além da foice e do martelo, uma espada, ícones que representavam camponeses, operários e soldados envolvidas na derrubada de 300 anos da dinastia dos Romanov.
Lenin, contudo, quis tirar a espada, por causa da conotação beligerante. Assim, a espada deu lugar a uma estrela vermelha, mudança muito possivelmente inspirada no romance utópico "Estrela Vermelha", de Alexander Bogdanov (1873-1928).
Outra explicação para o uso da estrela seria que as cinco pontas representariam os cinco continentes e ainda teria relação com o internacionalismo marxista, que prevê maior cooperação econômica e política entre as nações em prol do benefício mútuo.
A imagem da foice, do martelo e da estrela foi usada na bandeira da antiga União Soviética. Mas origem da foice e do martelo como símbolos do movimento operário remonta a outra revolução.
Na Revolução Francesa, de 1789, as duas imagens foram usados por insurgentes na Comuna de Paris.
E os comunistas russos adotaram os símbolos porque evocava o radicalismo e a classe trabalhadora.
Realização: Natalia Pianzola

As imagens utilizadas no vídeo são de Getty Images, iStock, British Pathé e Russian Archives.
- Conteúdo BBC -
* O que significam a foice e o martelo, os mais famosos símbolos da Revolução Russa?

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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Charlosttesville: Trechos de filme de 1947 viralizaram após confrontos

Trechos de um filme antifascista de 1947 viralizaram nas redes sociais após o violento protesto de extrema-direita em Charlosttesville, no Estado da Virgínia, nos Estados Unidos, que deixou um morto e 19 feridos no final de semana.
O filme Don't be a sucker (“Não seja um otário”), de 17 minutos, foi lançado como propaganda antinazista pelo Departamento de Guerra americano pouco depois da Segunda Guerra Mundial.
Compartilhado por milhares de pessoas, ele mostra um indivíduo de extrema-direita proferindo um discurso nacionalista que reivindica a saída, dos Estados Unidos, de grupos minoritários. Em seguida, duas pessoas que estão ouvindo o discurso o comentam - e um deles, de origem húngara, diz que "somos todos americanos" e que viu o que "esse tipo de discurso pode fazer, eu estive em Berlim", em alusão à propaganda supremacista dos nazistas.
Entre os primeiros a divulgar a produção nas redes esteve o pesquisador Michael Oman-Reagan, da Universidade Memorial da Terra Nova, no Canadá.
“Um vídeo antifascista de 1947 feito pelo Exército dos Estados Unidos que ensina cidadãos a não seguir pessoas como Trump se torna relevante novamente”, escreveu em sua conta no Twitter.
Após ser criticado por não ter condenado as ideias supremacistas defendidas nas manifestações de Charlottesville, Trump veio à público na segunda-feira chamando Ku Klux Klan, neonazistas e supremacistas brancos de "repugnantes a tudo o que os americanos prezam".
“O racismo é diabólico, e aqueles que provocam violência em seu nome são criminosos”, afirmou a repórteres na Casa Branca, em Washington.
Diante da demora de Trump em condenar as manifestações do fim de semana, pelo menos três executivos das corporações Trump renunciaram nos últimos dias.
(Conteúdo BBC)
A propaganda antifascista dos EUA dos anos 1940 que viralizou após confrontos em Charlottesville



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As estátuas que dividem os Estados Unidos e provocam confrontos

Os acontecimentos do último fim de semana em Charlottesville, na Virgínia (EUA), reacenderam uma antiga polêmica que vem dividindo os americanos há décadas: as estátuas em homenagem a símbolos dos Estados Confederados.
Para uns, elas homenageiam a Guerra Civil Americana e não devem ser retiradas.
Para outros, elas são símbolos racistas que celebram a escravidão.
A guerra em questão opôs os Estados do Norte aos do Sul entre 1861 a 1865.
Em defesa da manutenção da escravidão, os Estados do Sul declararam sua secessão e formaram os Estados Confederados da América.
Com o fim da guerra civil, durante a qual morreram 600 mil pessoas, ocorreu um longo processo de restauração, com a abolição da escravidão, o retorno da unidade nacional e a garantia de direitos civis aos escravos recém-libertos.
Pelo menos 709 estátuas em homenagem a líderes da Confederação ainda permanecem de pé nos EUA.
Confrontos
A marcha 'Unir a Direita', marcada para ser realizada em Charlottesville no último sábado, por exemplo, havia sido convocada por supremacistas brancos em protesto aos planos de remoção da estátua do general confederado Robert E. Lee, que era pró-escravidão.
O ato terminou em violência - supremacistas brancos e grupos antirracismo entraram em confronto.
Uma pessoa morreu após um jovem supremacista atropelar uma multidão.
Desde o episódio, cidades nos Estados de Maryland e Kentucky removeram estátuas de confederados.
Em Nashville, manifestantes pediram a remoção do busto de Nathan Bedford Forrest, general confederado e líder da Ku Klux Klan (grupo que prega a supremacia branca).
Outros manifestantes derrubaram uma estátua confederada em Durham, na Carolina do Norte.
Desde abril do ano passado, nove foram removidas.
Operários que ficaram responsáveis pela retirada de uma delas, em Nova Orleans, tiveram de recorrer à proteção da polícia para o caso de serem atacados.
Em 2015, houve um movimento ao redor dos Estados Unidos para impedir bandeiras confederadas.



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segunda-feira, 21 de julho de 2014

O último projeto político de Ulysses Guimarães seria criar novo partido

Poucos dias antes do acidente fatal que o mataria, o "sr Diretas" contou a Miguel Reale Junior que sairia do PMDB para criar outro partido.


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Embala Bebeto no tetra 1994/Professora de 89 anos coleciona relíquias das Copas

O filho de Bebeto, Mattheus, homenageado aos dois meses de idade, segue os passos do pai, como jogador.


terça-feira, 10 de junho de 2014

O livro da Copa: heróis, vilões e momentos mágicos dos Mundiais

Toda Copa do Mundo tem seus pontos altos e baixos, seus heróis e seus vilões.
Neste livro da Copa reunimos alguns desses momentos mágicos que marcaram o torneio ao longo dos anos.
(Produzido por Dominic Bailey e Diarmuid Mitchell)


terça-feira, 16 de abril de 2013

Piscinões contra enchentes na Tijuca e obras de drenagem no entorno do Engenhão

As obras visam diminuir as enchentes nos arredores da Praça da Bandeira e grande Tijuca, que sacrificam o povo carioca há anos...
- No entorno do Engenhão, obras antecipadas de drenagem, para as Olimpíadas de 2016, já que a periferia do estádio apresenta um triste quadro de abandono e cheias, nas épocas de chuvas.
Em verdade, o bairro do Engenho de Dentro, necessita mesmo ser revigorado, pois sua história marca inestimável contribuição de empregos, após a inauguração da Rede Ferroviária Central do Brasil, onde foram mantidas as oficinas dos trens.
O bairro abriga ainda, por força e insistência de ex-funcionários da RFFSA, o Museu do Trem, que esteve fechado desde 2007, sendo reaberto, em espaço reduzido, no início de abril de 2013.
Todo o acervo, contendo mais de mil itens, foi conservado limpo e organizado, durante o longo período de fechamento.
Museu do Trem - Visitas de 2ª à 6ª feira, das 10h às 15h - Entrada franca
Endereço: Rua Arquias Cordeiro, 1046 - Engenho de Dentro - Rio de Janeiro/RJ
Escolas poderão agendar visitas através do telefone (21) 2233-7483
'Jovens, adultos e crianças se encantam com o maquinário e objetos que contam a História da Ferrovia que atravessou os bairros cariocas, no passado.'
* Copiem e repassem as informações, pois o Engenhão ocupa grande espaço que pertenceu à RFFSA 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

'Love Me Do' - Sucesso dos anos 60 intriga jovens

Caras, bocas e sobrancelhas, para os que desconhecem o ritmo que mudou o rumo da história da música, sucesso dos anos 60.
Em matéria de história musical, os alunos de uma escola de São Paulo, só teve uma aprovação e, em Londres, terra natal dos Beatles, o resultado foi semelhante.
Informação, não deveria irritar ninguém, né?!

sábado, 16 de junho de 2012

'Santos 3 x Tri' é o livro do 'Peixe' lançado no dia 14

Editora Magma Cultural e Santos FC, lançaram nesta quinta-feira, 14/06/2012, o livro do 'Peixe'.